sexta-feira, 4 de novembro de 2016

JESUS CRISTO, NOSSO EXEMPLO DE MATURIDADE

Ponto por ponto da vida de Jesus Cristo que foi analisado naquela tarde de 11 de outubro de 2016, procurava demonstrar que ele é o melhor exemplo de uma mente sadia. Durante sua exposição, falando ao grupo de mulheres da MCAPIBGOIÂNIA, a professora Odete Daris comprovou que a postura que Jesus Cristo adotou, demonstra que ele foi e continua sendo o melhor exemplo de inteligência na convivência social, no equilíbrio das emoções e na prática religiosa. 

Reforçou sua tese citando a coleção “Análise da Inteligência de Cristo”, onde o autor brasileiro, o psiquiatra Augusto Cury, em cinco volumes, promove uma abordagem do lado psicológico e comportamental de Jesus, cuja leitura tem interessado não apenas aos cristãos, mas também a outros grupos.



Jesus e seu relacionamento social
Jesus esteve presente no templo, em uma festa de casamento, abençoou crianças, iniciou um diálogo com a mulher samaritana, estabeleceu um diálogo com Zaqueu, era carpinteiro e amigo de pecadores. Compreendeu que cada pessoa tem dons e defeitos, mas ressaltou a dignidade de cada qual a partir de uma visão amorosa e cheia de compaixão.

Jesus e suas emoções
Isaías afirmou que Jesus Cristo seria um "Homem de dores, experimentado em sofrimentos "(Is. 53.3); Jesus chorou diante da cidade que não correspondia ao seu amor (Lucas 19.40); vivenciou aceitação e rejeição; indignou-se diante da indiferença e mau uso do templo; compadeceu-se da multidão faminta e cansada.

Jesus e a vida religiosa
"Cumpriu toda a Lei"(Mateus 3.15); permitiu que mulheres participassem de seu ministério; demonstrou integridade diante de toda a provocação; a oração foi refúgio para ele; estava submisso à vontade do Pai.  Jesus usou estratégias para conservar sua saúde mental, entre elas estão o exercício do perdão e a decisão de retirar-se para descansar. Procurou ainda, desde o início, um grupo de apoio para seu ministério, mesmo sabendo que nem sempre poderia contar com eles.

A Professora concluiu dizendo que Jesus é o nosso exemplo de maturidade espiritual, que as barreiras que frequentemente dividem pessoas, não existiam para ele. Que ele sabia expressar suas emoções, que ele não era extremista. Que ele aceitava as fraquezas do ser humano e sentia profunda compaixão pelos necessitados de amor e salvação. Disse ainda que, Jesus é nosso amigo, conhece nossas carências pessoais, nossas falhas e ajuda-nos na caminhada cristã. Em último lugar, o grupo entoou: “Nome que inspira o meu louvor”. E, provavelmente, pela reflexão a que o estudo levara, havia um vigor sonoro especial e profundamente rico naquele cântico, naquela tarde. 



Imagens: MCAPIBGOIÂNIA (Suely Barcelos/fotografia).

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