“Negar
e v i d ê n c i a s incômodas e s a l v a r aparências convenientes”
é como que impulso natural dos políticos que, por deformação profissional, usam
as palavras menos para revelar do que para dissimular a verdade.” (Trecho do
editorial do jornal O Estado de São Paulo (13/09), a propósito da nomeação de
Marta Suplicy para o Ministério da Cultura e m manobra política, como de
costume, orquestrada pelo ex-presidente Lula).
É por essa e outras razões que tenho sérias
restrições ao trânsito político partidário de cristãos que se dizem
comprometidos com a Palavra de Deus – que é A Verdade (João 17.17) –
personificada em Jesus Cristo. É característico do proceder político partidário
ocultar os verdadeiros interesses existentes por trás de alianças e conchavos.
Torna-se-lhe natural dizer sim e não, quase que ao mesmo tempo, afirmar e
negar, prometer e descumprir, em meio às batalhas das artimanhas nos corredores
das negociatas, em busca de espaço, influência e oportunidades no cenário
político, seja regional ou nacional. É preciso fazer distinção entre ação
política e política partidária.
Decididamente,
a política partidária não é um bom caminho para a ação política do cristão
genuinamente evangélico. Sua participaçãoM na vida política e social há de
acontecer em nome de Jesus, não de partidos, e através dos ministérios da
igreja, que precisa atuar mais no mundo e celebrar menos nos templos, além de
seu envolvimento pessoal em sua comunidade. O propósito do discípulo de Cristo
é fazer tudo para a Glória de Deus (Mat. 5.13-16) – até seu comer e beber (I
Cor. 10.31) – bem ao contrário dos interesses da política partidária – que
deseja o poder, a qualquer custo – nem que seja por manobras e ocultação da
verdade, para não dizer mentiras e negociatas de cargos e funções no governo.
Nota:
Trabalho do Pr. Araúna dos Santos,
publicado (texto e imagem) em O JORNAL BATISTA- Ano CXII
Edição
41- Domingo, 07.10.2012- http://ojornalbatista.com.br/

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