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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

FINAL DE ANO MCAPIBGOIÂNIA 2015



O carrinho de bebê estacionado em uma das laterais da grande e bonita sala com decoração natalina, lembrava o envolvimento da União Feminina Missionária Batista com a infância, demonstrado ao longo de seus 107 anos de Brasil.

O Rol dos Bebês é o Grupo de Interesse da MCA, uma das Organizações da UFMBB, que se encarrega da introdução da criança e sua família na vida da igreja local, promovendo, desde estudos e orientações às futuras mães, visitas aos recém-nascidos  e às suas famílias, até a apresentação da criança na plenária geral da igreja local, ato que simboliza que todos se alegram pela criança e ao mesmo tempo se comprometem pelo seu crescimento até que tenha idade para decidir, por si mesma, se será cristã, podendo, então, ser batizada por imersão em água mediante confissão de sua fé pessoal em Jesus Cristo.     
 
Naquela tarde do dia Dia 11 de dezembro de 2015, a irmã Gildete do Rosário Silva, Coordenadora do Grupo de Interesse Rol de Bebês da MCA da Primeira Igreja Batista em Goiânia, apresentou uma jovem mãe da igreja local com suas duas crianças, que haviam sido especialmente convidadas para a reunião para Confraternização com as aniversariantes do IV Trimestre do ano e posse da Diretoria eleita para o ano de 2016.




Foram apresentados ainda agradecimentos à UFMB local, por cooperar em oração e financeiramente na formação cristã de uma graduada pelo Seminário Teológico Batista Goiano na área de Educação Cristã. 

Durante troca de lembrancinhas "Amigo Secreto"

Durante Confraternização Final de Ano 2015
Algumas das aniversariantes do IV Trimestre de 2015
Testemunho da fidelidade de Deus em 2015
Testemunho de irmã que perdeu o esposo em 2015

Durante Confraternização Final de Ano 2015

Durante Confraternização MCA PIB Goiânia 2015

Odete Daris, Coordenadora Geral local, falando sobre a União Feminina Missionária Batista
Odete Daris dirigiu a programação do último encontro do ano de 2015. No encerramento fez uma defesa dos símbolos da UFMBB alegando que as bandeiras das Organizações, por exemplo, devem remeter aos ideais da Organização feminina batista. Um destes ideais, segundo a líder, é continuar trabalhando em prol das crianças, proporcionando a elas uma formação cristã, através de mães e de famílias mais comprometidas com o Evangelho de Jesus Cristo.


Tal visão está no foco da UFMBB, confirmada pela pauta de sua literatura, especialmente na revista Visão Missionária que tem o intuito de orientar as famílias, especialmente as mulheres, quanto à educação e formação das novas gerações, visando uma igreja melhor em um mundo mais razoável.

Diante de previsões muito pessimistas para o mundo e particularmente para o  Brasil em 2016, a igreja é chamada a questionar a inversão de valores que levaram a uma grande deterioração na convivência em família, acirrando comportamentos como a violência doméstica, o encurtamento e adultização da infância, além de outras mazelas, das quais as crianças são sempre as maiores vítimas.

Nesta conjuntura, a União Feminina Missionária Batista continua a abraçar a legítima tarefa de proteger a faixa etária que é o elo mais fraco da corrente, a corrente de um mundo coisificado e sem limites que desce rumo ao caos. A Organização feminina dos batistas é também desafiada diuturnamente ante o eco desconcertante da pergunta de Jesus Cristo, há  pouco mais de dois mil anos:  "Se o sal se degenerar, com que se há de salgar"?




Imagens: Suely Barcelos (Coordenação de Fotografia)
Nota: Permitida a utilização destas imagens somente com informação da fonte.

domingo, 20 de dezembro de 2015

RECITAL FINAL DE ANO - MCAPIBGOIÂNIA 2015




No dia 11 de Dezembro de 2015, a MCAPIBGOIÂNIA recebeu a irmã Valda Almeida para um Recital. No repertório estavam alguns dos Hinos mais cantados através dos tempos, do Cantor Cristão, o tradicional hinário dos cristãos batistas.



A solista, que no passado fora membro da Primeira Igreja Batista em Goiânia, era acompanhada por Helieber Ferreira, ao piano. A música apresentada deleitou a plateia de quase cem pessoas da tarde de uma Terça-feira, oriundas de várias igrejas batistas da capital goiana.



Eram cristãos batistas mais veteranos, certamente, ávidos por lubrificar os ouvidos de sua alma, castigados pelos ruídos de um tempo de muito barulho e pouca musicalidade. Acostumado a produzir sob encomenda ao questionável gosto do mercado, que se satisfaz com repetitivas onomatopeias ocas. Com raras e louváveis exceções.

 
 Odete Daris procedendo à leitura bíblica

 
"Confio em Deus" 





Valda Almeida durante apresentação












Depoimentos após apresentação 




Pastor Rubens Monteiro, PIB Goiânia, orando no encerramento


Imagens: UFMBPIGOIÂNIA (Suely Barcelos - Coordenação Fotografia)
Nota: Permitida a utilização destas imagens somente com informação expressa  da fonte.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

QUANDO OS FILHOS SE DISTANCIAM DA FÉ DOS PAIS - UFMBPIBGOIÂNIA 2015



“Os pais não podem focar nas atitudes do filho que se rebela, mas no filho em si. Não podem perder a dimensão da história do amor de Deus, para, nela se inspirar e não negar ao filho o próprio amor". 


No último dia 17 de novembro, a MCA da Primeira Igreja Batista em Goiânia, ouviu a irmã Alcini Souza que discorreu sobre o drama enfrentado por pais e mães cristãos, no momento em que seus filhos distanciam da fé. Uma rebeldia na área religiosa que apresenta consequências em, praticamente todas as outras áreas da vida das pessoas envolvidas, incluindo os próprios pais.


Utilizando o texto bíblico de Isaías 1. 2 e 3, que diz: “Ouvi, ó céus, e dá ouvidos, tu, ó terra; porque o Senhor tem falado: Criei filhos, e engrandeci-os; mas eles se rebelaram contra mim. O boi conhece o seu possuidor, e o jumento a manjedoura do seu dono; mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende”, a palestrante explicou que a mesma sensação de abandono é experimentada por pais cristãos, mediante a negação dos valores e princípios ensinados a seus filhos, muitas vezes desde o berço.

 

 "Ao contrário do que alguns querem fazer crer por aí, filhos de crentes se rebelam, filhos de pastores e líderes religiosos negam a fé, distanciam-se de Deus. Antes não fosse assim", afirmou. "Não existe um seguro contra a eventual rebeldia de nossos filhos, ela está presente desde a origem da humanidade, mas precisamos ensinar e vivenciar a fé, dentro de nossas casas", observou. 

 



Disse ainda que, nesta fase, é comum os pais experimentarem ira e culpa, que levam a uma atitude de luto, que por sua vez, pode provocar uma paralisação. Disse ainda que costuma seguir a isto um período de desorientação no qual os pais costumam indagar quem seria este estranho dentro de casa. Por outro lado, segundo ela, é necessário evitar buscar refúgio em lembranças ou demorar-se em afirmações repetitivas, tais como: “Não eu, Senhor. Minha casa é um santuário!  Disse ainda que, é preciso estar atentos às armadilhas da sublimação que levam a acreditar que o tempo sozinho vai curar. "Em muitos destes casos, o tempo não cura. No caso de pecado, só Deus cura", observou.

Continuou afirmando que, qualquer solução, passa pelo enfrentamento corajoso do problema, mas alertou ainda sobre outro aspecto, segundo ela, a escolha das pessoas a quem se pede socorro é muito relevante. "É bastante comum encontrar falta de piedade nos grupos de nossos relacionamentos", disse. Em seguida, afirmou que, muitas vezes diante da rebeldia dos filhos, os pais se enclausuram, experimentando angústia e confusão, mas que os mesmos precisam, ao contrário, buscar o equilíbrio e restabelecer o diálogo. “Os pais não podem focar nas atitudes do filho que se rebela, mas no filho em si. Não podem perder a dimensão da história do amor de Deus, para nela se inspirar e não negar ao filho o próprio amor".

Por último, disse que pais cristãos cujos filhos tenham se rebelado, precisam desenvolver a paciência, porque, segundo ela, o retorno da pessoa rebelde aos preceitos de Deus pode ser muito demorado, pode ocorrer em um leito de enfermidade, mediante a morte dos pais, ou até mesmo pode não ocorrer. "Diante de resultado tão imprevisível, o que pais cristãos devem fazer diante de filhos que se distanciam da fé é permanecerem firmes e testemunharem do amor de Deus, todos os dias de suas vidas", observou.






   Imagens: UFMBPIBGOIÂNIA (Suely Barcelos-fotografia)  
Nota: Permitida utilização destas imagens somente com informação expressa da fonte.