terça-feira, 14 de julho de 2026

MMPIBGOIÂNIA/26 - Grupo Mulher Plena - MAIO


Mulheres em Missão da PIBGOIÂNIA/26 -Grupo Plena presentes às reuniões de maio 
 

Entre as datas comemorativas de maio está o Dia das Mães, no segundo domingo do mês. Maio é também conhecido por ter o segundo maior faturamento no comércio, vindo depois do Natal, devido à compra de presentes. E, para o Grupo Mulher Plena da MMPIBGOIÂNIA26, este mês de maio de 2026 também foi um presente. 

No dia 05 teve como palestrante a professora Carli Camilo Ginù que discorreu sobre “Amizades que Edificam”.   No dia 12, o tema do estudo foi: "Família: do ideal bíblico à realidade da Graça", apresentado pela também professora Geralda Cruvinel  Guimarães.    

A reflexão "Aos pés do mestre: aprendendo com as discípulas da Bíblia" ficaria a cargo da escritora  Giselle Pedrosa, no dia 19. E, fechando os estudos do mês a MMPIBGOIÂNIA Grupo Plena ouviu a psicóloga Jane Moraes que discorreu sobre o curioso título: “Paciência, o nariz longo que devermos ter" no dia 26.   

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Estudos Maio

A Professora Carli Camilo Ginú durante apresentação do estudo: "Amizades que edificam"

Uma das mais famosas declarações de amizade da literatura mundial está contida na Bíblia. O texto encontra-se no livro de Rute, capítulo 1, verso 16 e 17, e, diferentemente do que se poderia pensar, ela foi expressa por uma nora à sua sogra.

Rute declara sua lealdade a Noemi, assim: "Não me instes para que te abandone, e deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus; Onde quer que morreres morrerei eu, e ali serei sepultada. Faça-me assim o Senhor, e outro tanto, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti".

Tal declaração simboliza amor, devoção profunda e o compromisso de acompanhar alguém por toda a eternidade. E, foi sobre  amizades que valem a pena, que a professora Carli Ginú falou ao Grupo Plena da MMPIBGOIÂNIA, em 05 de maio de 2026 durante a apresentação de um artigo publicado pela revista Visão Missionária IIT26, cujo título é: "Amizades que edificam". 

Por outro lado, a palestrante lembrou que amizades ou relacionamentos podem ser muito determinantes quanto a influenciar pessoas, tanto para o lado positivo quanto negativo. Não é à toa que há séculos se repete o antigo provérbio: "Diga-me com quem tu andas e eu te direi quem és".

Assim, para os casos de  amizades que valem a pena, há uma recomendação bem clara em  Provérbios 17.17: "Em todo o tempo ama o amigo e na angústia se faz o irmão". Do outro lado, com relação ao perigo das más influências, o apóstolo Paulo deixa bem claro  aos cristãos em Corinto, na Primeira Carta aos Coríntios, capítulo 15, verso 33: "Não vos enganeis: as más companhias corrompem os bons costumes".



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Professora Geralda Cruvinel Guimarães durante exposição do tema: "Família: Do ideal bíblico à realidade da Graça"

A professora  Geralda Cruvinel Guimarães, trouxe a reflexão da tarde de 12 de maio sobre um dos estudos publicados pela revista Visão Missionária 2T26, publicada pela editora das Mulheres Batistas, com o título:"Família: do ideal bíblico à realidade da Graça".

"Hoje, o conceito amor está muito desgastado", observou na introdução.  "O amor tem que ser na pratica.  Eu, pessoalmente, nunca ouvi de meu pais a expressão: Eu te amo. Porém, isso nunca fez falta porque eu vi o amor de meu pai e minha mãe nas atitudes. Eu vi, através da atenção que um dedicava ao outro, na proteção, no cuidado, na roupa bem cuidada, na comida bem feita. Isso de dizer que ama, sem atitude, não tem valor algum", ponderou a ponderou a professora.    

Ela falou que a convivência em família nunca foi uma tarefa simples, lembrando que foi na família, na primeira família, que aconteceu o primeiro homicídio, Abel foi morto por Caim, seu irmão. E, mais tarde, Jacó também precisou fugir da casa dos pais, Isaque e Rebeca, por causa da fúria de Esaú, seu irmão gêmeo.    

A apresentadora observou ainda que a realidade de famílias disfuncionais é bem mais antiga do que se poderia pensar por causa daquilo que o apóstolo Paulo denominou "obras da carne". A imoralidade sexual, idolatria, inimizades, ciúmes, iras, divisões, inveja, bebedeiras, glutonarias, má conduta abusos de várias formas podem se alastrar como agentes de desunião altamente devastadores.

Concluindo, ela disse que o lar não pode ser só um lugar para criar filhos para serem bem sucedidos na carreira e dinheiro, que a família precisa moldar o caráter das pessoas. Que a família precisa ser um centro de discipulado, um lugar de cuidado e de cura para as muitas feridas, incluindo as emocionais.  

O que combinava perfeitamente com o que que Jesus ensinou (Mateus 18. 22) relacionado ao perdão: "setenta vezes sete". Do mesmo modo, como Paulo advertiu aos Efésios, em Ef.4.26  "Não deixe o sol se por sobre a vossa ira!". Mas sobretudo, fazendo o auditório refletir também na força complementar escrita em.Salmo 127.1:  "Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam". 


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A escritora Giselle Pedrosa durante apresentação de estudo:  "Aos pés do mestre: aprendendo com as discípulas da Bíblia" 

A autora do livro  "E Deus disse NÃO", era Giselle Pedrosa, a palestrante da tarde do dia 19 de maio ao Grupo Mulher Plena, da MMPIBGOIÂNIA26. A narrativa autobiográfica centra-se em um momento de dor e luto experimentado pela autora, como acompanhante do  marido convalescendo em um leito de hospital até falecer aos 45 anos de idade.  

De acordo com ela, foi extremamente doloroso e exaustivo trabalhar naquela narrativa, especialmente pela necessidade de revisitar a história várias vezes.  Mas afirmou: "o fiz por compreender que nosso  sofrimento pode se tornar remédio para outros".

Na introdução ao estudo cujo título era "Aos pés do mestre: aprendendo com as discípulas da Bíblia", a apresentadora trouxe a definição do conceito geral de discipulado. Disse que discipular é o processo de acompanhar, ensinar, orientar, caminhar junto com alguém, envolvendo portanto relacionamento, ensino, transformação e prática da fé. Afirmou que ele deve empreender esforços para que a pessoa em questão cresça espirituosamente e se torne um seguidor de Jesus. E, neste prisma, disse que os filhos de uma mulher cristã são seus primeiros discípulos. 

Durante a exposição, Giselle Pedrosa lembrou que à época de Jesus a sociedade impunha  varias limitações às mulheres. Disse que, embora as mulheres participassem ativamente da vida religiosa de seu tempo, o ensino era atribuição exclusiva dos homens. 
 
Ela afirmou que Jesus atribuiu valor às mulheres e que muitas delas tornaram-se suas discípulas. E, que as que aprendiam diretamente com Jesus Cristo formavam outras discípulas, que formavam outras. E sucessivamente, todas elas continuaram a aprender através dos séculos, aos pés do mesmo Mestre. 

Dorcas, também chamada de Tabita, foi a única mulher no Novo Testamento a receber explicitamente o título "discípula", de acordo com Atos 9.36, o que evidencia seu profundo compromisso em seguir os ensinamentos de Jesus. não por pregar ou liderar formalmente, mas por viver sua fé através de ações práticas de serviço ao próximo. 

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A psicóloga Jane Moraes durante apresentação do estudo:“Paciência, o nariz longo que devermos ter"

O curioso tema “Paciência, o nariz longo que devermos ter", foi apresentado pela Psicóloga Jane Maraes Ribeiro, no dia 26 de maio.  Ela falou sobre o artigo da revista Visão Missionária 2T26. De acordo com o texto, no Antigo Testamento, escrito em hebraico, a ideia de paciência está ligada a uma imagem corporal extremamente concreta: o nariz. O artigo informa ainda que a expressão erekh appayim, que significa "tardio em irar-se" é traduzida como "nariz longo". 

Dito isto, pode-se encontrar nos textos bíblicos, muitos exemplos de paciência. Destaques especiais no A.T. para um homem que viveu, provavelmente entre os séculos XX e XIX a.C. e é descrito como um homem íntegro, reto e temente a Deus, que habitava a terra de Uz, cujo nome era Jó.  

Já, o Novo Testamento aponta  para o próprio Jesus Cristo como o maior exemplo de paciência, tanto em teoria quanto na prática. Convivendo com os discípulos demonstrou enorme paciência para com suas limitações, falhas, falta de fé e imaturidade. E, em sua Paixão ele suportou injustiças, traições, humilhações e torturas sem revidar. 

A considerar os dois exemplos acima, conclui-se que a paciência não é vista apenas como uma espera passiva, mas como uma virtude  ativa de mansidão, perdão e perseverança, que os cristãos são chamados a imitar. 

A recomendação de Jesus a respeito é clara. De acordo com o Evangelista Mateus 18.21 e 22: "Se alguém lhe bater em uma face, oferece a outra. Se teu inimigo te obrigar a andar uma milha, ande duas. E, perguntado sobre se deve-se perdoar a um irmão sete vezes, Jesus responde: "setenta vezes sete".  

Derivada do latim longa anima (ânimo longo), longanimidade é sinônimo de paciência. É  descrita como a capacidade de suportar adversidades, demoras ou provocações sem ceder à ira ou ao desejo de vingança. Esta virtude reflete a essência de Deus, um atributo divino que deve ser cultivado pelos cristãos em todos os tempos. 

A palestrante citou José do Egito como um exemplo admirável de paciência. Ele, tendo sido alvo da inveja dos irmãos de sangue que o venderam a mercadores do Egito, anos mais tarde e quando já era o Primeiro Ministro daquele próspero país, os socorreu e os abrigou quando passavam por grandes privações em Canaã. 

José providenciou-lhes eficientemente o resgate, buscando-os para o Egito. E, deste modo demonstrou que, não só os perdoou profundamente, como também comprovou a grande paciência que teve em relação às suas fraquezas e/ou pecados.  

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 Participações Especiais

INSPIRAÇÃO MUSICAL: Leide Amorim

INSPIRAÇÃO MUSCIAL: Pr. Carlos Pereira de Sousa
 
 
MOMENTO  DYNAMIS - com Michelle Aires

 
   INSPIRAÇÃO MUSICAL: Mirian Camilo Ginú 
 
 
 INSPIRAÇÃO MUSICAL- Benedita José Medeiros (Bené).  
 
 
 

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DECOM

Mulheres em Missão PIBGOIÂNIA/26 

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