Abril é o mês da Escola Bíblica Dominical (EBD) para as igrejas protestantes ao redor do mundo. Esta instituição nasceu no ano de 1780, durante a Revolução Industrial, na cidade de Glaucester, na Inglaterra e teve como motivação uma preocupação social e espiritual de Robert Raikes.
O jornalista cristão, sensibilizado com a condição de crianças pobres e sem acesso à educação, que trabalhavam nas fábricas durante a semana e, no domingo ficavam ociosas pelas ruas, passou a reunir estas crianças para ensinar-lhes a ler, escrever e ter noções de ética e cidadania, utilizando a Bíblia.
Além do ensino religioso, as aulas, que eram ministradas aos domingos, incluíam matemática, leitura e escrita e história, funcionando como um projeto pioneiro de educação popular. O resultado foi que a taxa local de criminalidade passou a cair progressivamente. No ano de 1792, não houve um só caso julgado pela comarca de Gloucester. E, devido ao sucesso e ao grande impacto social, a iniciativa rapidamente se espalhou pelo mundo.
A EBD evoluiu ao longo dos séculos, adaptando-se às mudanças sociais, culturais e religiosas, destacando-se como um modelo de instrução bíblica por estágios, estendendo-se da infância à vida adulta. E, por sua abrangência, tanto em termos de idade como em termos de classes sociais, tornou-se uma organização amplamente inclusiva. E, pelo fato de lidar com as crianças desde a mais tenra idade, exerce influência por toda a vida do indivíduo. Além disso, por basear-se no princípio do livre exame da Bíblia por cada pessoa, tornou-se um poderoso instrumento no desenvolvimento das liberdades pessoais.
O movimento das escolas dominicais foi particularmente importante para a expansão das igrejas protestantes no século XIX e início do século XX. Mas, além da EBD, as igrejas cristãs desenvolveram outras organizações de ensino, a exemplo da Organização Mulheres Batistas, da Convenção Batista Brasileira.
Esta Organização, recém nomeada por Mulheres Batistas (antiga UFMBB) produz, através de sua editora própria, uma rica e embasada literatura direcionada à comunidade religiosa no sentido de nortear tal comunidade a uma vida cristã genuína.
Dentro desta visão, a Organização Mulheres Batistas em Missão, na PIB em Goiânia tem, sob sua orientação, oito subdivisões de grupos específicos: Mulher Singular, Mulher Jovem, Mulher Mãe, Mulher Surda, Mensageiras do Rei, Pequenos Missionários, Mulher Única e Mulher Plena.
E, durante o mês de abril todos os grupos trabalharam e os registros dos estudos realizados pelo Grupo Plena estão a seguir. Três palestrantes discorreram sobre três relevantes temas. No dia 07/04, Janine Gomes Cassiano, Ministra titular junto ao Ministério Maturidade (Idosos) junto à igreja local, apresentou o estudo: "A casa que sou eu", publicado pela Revista Visão Missionária. No dia 14/04, o Pr. Vanderson Oliveira, um dos pastores auxiliares junto à PIB em Goânia, discorreu sobre: "Cristologia: a pessoa e a obre de Jesus". E, em 28/04, Tássia Franco, líder junto à organização Estadual Mulheres em Missão, apresentou: "Uma mulher à maneira de Deus: o que podemos aprender com a mulher de Provérbios 31".
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Na tarde de uma terça feira, dia 07 de abril, Janine Cassiano discorreu sobre "A casa que sou eu". Um estudo publicado pela revista Visão Missionária, da editora da organização Mulheres Batistas.
Na introdução, a palestrante lembrou a complexidade em cuidar de uma casa, tanto em sentido literal, quanto figurado, como era o caso daquela reflexão, quando a mulher é comparada a uma casa.
Ela ressaltou os principais aspectos que requerem a atenção desta mulher, os de natureza física, emocional e espiritual.
Citou desde a quantidade e qualidade do sono, a organização pessoal, a importância das escolhas, a disciplina e os limites até a profundidade e a maturidade espiritual. "Precisamos nos aprofundar em conhecer e conviver com Deus". Disse, a palestrante ao concluir.
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A Cristologia é definida como o ramo da teologia cristã que estuda a pessoa, a natureza e a obra de Jesus Cristo. Resumidamente, Cristologia é o conhecimento de quem foi Jesus Cristo e o que ele fez, compreendendo que o caráter de Cristo é modelo para as mulheres de Deus.
Tal conhecimento aplicado, produzirá mudanças profundas na vida destas mulheres, como uma identidade firme, coragem espiritual, santificação diária e esperança para o futuro.
Deste modo, "a Cristologia não é um conceito distante; é a chave para a vida de uma mulher curada, salva e transformada. Um chamado para que cada mulher deixe de carregar seus mundos sozinha e se renda àquele que carrega o
universo nas mãos ". Afirma a escritora do artigo.
E, foi isso, exatamente, o que o PR. Anderson Santos Oliveira, um dos pastores auxiliares junto à igreja local entregou naquela tarde ao Grupo Plena, da MMPIBGOIÂNIA/26, com o título: "Cristologia: a pessoa e a obra de Jesus".
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A jovem líder estadual junto à organização Mulheres Batistas Goianas, falou na tarde do dia 28 de abril a respeito de um lindo poema do Livro de Provérbios, capítulo 31, da Bíblia Sagrada, que descreve a mulher à maneira de Deus.
De acordo com o texto, esta mulher é confiável e bondosa, diligente e cuidadosa consigo mesma e com os outros, sábia e conselheira e sobretudo, temente a Deus.
A palestrante disse que tais características devem ser aprendidas e praticadas pelas mulheres cristãs em todos os tempos, no melhor de seus esforços e na busca constante da sabedoria vinda do alto.
Porém, é importante lembrarmos que, quando o parâmetro parecer muito elevado diante da fragilidade humana, a característica que se sobressai às demais aparece em outra parte do mesmo livro da Bíblia. Provérbios 9.10 afirma: "O temor do Senhor é o princípio da sabedoria" .
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Momentos Especiais /Abril






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